As três principais confederações sindicais e os sindicatos de estudantes se uniram ao protesto, inspirado pelos "indignados" de Wall Street e da Espanha.
Dezenas de milhares de pessoas seguiam protestando pacificamente contra a precariedade e o funcionamento das finanças, e gritavam aos vândalos: "Não à violência!". No início da marcha, algumas pessoas quebraram as vitrines dos bancos com placas de trânsito e depois fugiram. Vários veículos foram incendiados.
As forças de ordem reprimiram os manifestantes em frente à basílica de São João de Latrão com bombas de gás lacrimogêneo e canhões de água. Alguns dos manifestantes, encapuzados ou com panos no rosto, lançaram granadas de fumaça, coquetéis molotov e garrafas.
Os manifestantes pacíficos abandonaram a região, transformada em um campo de batalha. "Apenas uma solução, a Revolução", "Não somos bens nas mãos dos banqueiros" eram frases que podiam ser lidas nos cartazes dos manifestantes. Um grupo levava um caixão com o nome do primeiro-ministro, Silvio Berlusconi.
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