Respondendo "diretamente" a Yatseniuk, Churkin acusou os europeus e os Estados Unidos de terem provocado essa crise, incitando os ucranianos a "derrubar pela força o governo legítimo" do então presidente pró-russo Viktor Yanukovytch. O embaixador russo também defendeu o referendo de domingo, afirmando que é resultado do vazio legal na Crimeia, consequência, segundo ele, do "golpe anticonstitucional do governo em Kiev", em fevereiro passado.
Rússia não quer guerra com Ucrânia, diz embaixador russo
Vitali Churkin participou de reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas
"A Rússia não quer uma guerra" com a Ucrânia, afirmou nesta quinta-feira o embaixador russo na ONU, Vitali Churkin, durante uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas, na presença do primeiro-ministro interino ucraniano, Arseni Yatseniuk. Churkin disse a Yatseniuk que não foi Moscou que "iniciou a espiral de violência" que levou a região de maioria russa da Crimeia a declarar sua independência de maneira unilateral e a organizar um referendo no próximo domingo sobre sua anexação à Rússia.
Respondendo "diretamente" a Yatseniuk, Churkin acusou os europeus e os Estados Unidos de terem provocado essa crise, incitando os ucranianos a "derrubar pela força o governo legítimo" do então presidente pró-russo Viktor Yanukovytch. O embaixador russo também defendeu o referendo de domingo, afirmando que é resultado do vazio legal na Crimeia, consequência, segundo ele, do "golpe anticonstitucional do governo em Kiev", em fevereiro passado.
Respondendo "diretamente" a Yatseniuk, Churkin acusou os europeus e os Estados Unidos de terem provocado essa crise, incitando os ucranianos a "derrubar pela força o governo legítimo" do então presidente pró-russo Viktor Yanukovytch. O embaixador russo também defendeu o referendo de domingo, afirmando que é resultado do vazio legal na Crimeia, consequência, segundo ele, do "golpe anticonstitucional do governo em Kiev", em fevereiro passado.