"Damos este passo como uma contribuição ao incremento dos vínculos da nação com a comunidade de imigrantes, cuja composição tem variado radicalmente com relação às décadas iniciais da revolução", disse em seu discurso de encerramento da sessão.
O VI Congresso do Partido Comunista aprovou em abril um plano de reformas de abertura, no qual estava incluída a autorização aos cubanos a viagens de turismo pela primeira vez em meio século, apesar de as condições não estarem definidas ainda.
Os cubanos só podem viajar com carta-convite e através de uma permissão de saída ("carta branca") e devem passar um processo burocrático longo e custoso, de 400 dólares, pois inclui, além do passaporte, legalizações ante os consulados cubanos no exterior.
"Hoje os imigrantes cubanos, em sua ampla maioria, imigraram por razões econômicas e quase todos preservam seu amor pela família e pela pátria que os viu nascer, e manifestam solidariedade pelos compatriotas", disse o presidente.