"Trinta de setembro nunca mais, mas cuidado, ainda somos vulneráveis, foram dados passos gigantescos para que essa gente entenda que o tempo dos golpistas, dos covardes, dos traidores passou e não voltará ", disse Correa, afirmando que "por isso é necessário estar mais preparado do que nunca".
O discurso foi assistido por mais de 100 mil pessoas, segundo o vice-ministro da Agricultura e membro do partido governista Aliança País, Miguel Carvajal.
O presidente também fez homenagem às vítimas dos fatos de 30 de setembro de 2010: dois policiais, dois militares e um civil que morreram em uma operação militar que o resgatou do hospital e em outros fatos vinculados à revolta. Mais cinco civis morreram durante saques em Guayaquil (sudoeste).