O grupo de contato se reuniu depois de um encontro em Bruxelas entre os países da Otan e reafirmaram sua determinação de ir até o final na Líbia, e destinado a preparar a era pós-Kadhafi, num momento em que os rebeldes ganham legitimidade internacional. "Estamos em busca de um apoio político, mas principalmente econômico, e reclamamos a possibilidade de aproveitar nossos fundos bloqueados ", declarou nesta quinta-feira a AFP Abdel Hafidh Ghoga, vice-presidente do Conselho Nacional de Transição (CNT), órgão político da rebelião.
"Se a reunião não estabelecer um mecanismo financeiro de ajuda ao CNT, esta reunião será um fracasso total", advertiu, por sua parte, o "ministro" do Petróleo e das Finanças da rebelião líbia, Ali Tarhuni. Tarhouni anunciou que em breve a rebelião começará a produzir 100 mil barris diários de petróleo.
Um delegado de um país do Golfo indicou que os participantes já haviam decidido durante uma reunião prévia, na manhã desta quinta-feira, a criação de um fundo que canaliza a ajuda aos rebeldes.