O encontro, que será seguido da adoção do plano sobre desarmamento da Síria acordado por Estados Unidos e Rússia, foi confirmada pela Austrália, que exerce em setembro a presidência rotativa deste órgão máximo da ONU. A resolução constitui um grande avanço da diplomacia na crise síria.
Desde o início do conflito em março de 2011, os membros do Conselho de Segurança estiveram em desacordo, e Moscou e Pequim impuseram seu veto em três ocasiões.