"As questões do presidente e do regime são linhas vermelhas para nós e para o povo sírio, ninguém pode tocar na presidência", enfatizou Mouallem. Em suas declarações, ele destacou, porém, "o desejo da Síria de fazer essa conferência ser bem-sucedida, como primeiro passo que abra caminho para um diálogo sobre o território sírio para concretizar as aspirações do povo sem ingerência estrangeira, de qualquer parte que seja".
"Viemos a Genebra na esperança de chegar a uma posição síria e internacional unificada frente ao terrorismo que atinge a Síria e a região", completou. Sobre a exclusão do Irã dessa conferência, país aliado do regime sírio, Mouallem considerou um "grande erro". Mais de 130 mil pessoas já morreram em decorrência da guerra civil que atinge o país, com facções rebeldes tentanto derrubar o governo de Assad.