Moqdad ainda garantiu que Damasco tomou "todas as medidas" para responder a uma agressão externa. Por outro lado, o presidente Barack Obama destacou que a comunidade internacional não pode ficar calada ante o que chamou de "barbárie". "O primeiro-ministro e eu estamos de acordo com o fato que, diante de tal barbárie, não se pode ficar calado", declarou Obama em coletiva de imprensa com o chefe de governo sueco, Fredrik Reinfeldt.
Obama disse ainda que foi o mundo e não ele que fixou a 'linha vermelha' do uso de armas químicas na Síria. Em função disso, acredita que o Congresso americano autorizará o uso da força contra o regime de Bashar al-Assad.
Quanto à Rússia, aliada da Síria, Obama afirmou esperar que o presidente russo Vladimir Putin mude de enfoque. Putin sinalizou que pode apoiar os Estados Unidos. Respondendo aos temores dos americanos em relação a uma nova ação militar de seu país, Obama assegurou que não quer repetir os erros cometidos pelos Estados Unidos no Iraque.
