Hadi Abdullah, um ativista de Homs entrevistado por telefone, confirmou que o bombardeio de Baba Amr era extremamente pesado. "A situação é trágica. Há mulheres grávidas, pessoas com problemas cardíacos, diabéticos e, principalmente, pessoas feridas que não podem ser retiradas", declarou à AFP.
"Na segunda-feira à noite, três ativistas entraram na cidade de carro com pão, leite infantil e remédios", completou.
"O carro foi atingido por um foguete e os três morreram". "Nós afirmamos que era perigoso, mas eles disseram 'se nós não ajudarmos os moradores, quem vai?", relatou Abdullah.
Na Organização das Nações Unidas (Onu), a Alta Comissária para os Direitos Humanos, Navi Pillay, afirmou que os ataques do regime sírio a Homs mataram pelo menos 300 pessoas desde 4 de fevereiro.