Gomes Júnior acrescentou que a Guiné-Bissau é solidária ao povo líbio. “Mas o presidente Kadhafi merece todo o respeito”. “Não estamos com o mandado internacional emitido pelo Tribunal Penal Internacional, não aderimos à Convenção de Roma, portanto somos livres, enquanto Estado, para acolher os nossos amigos”, frisou o primeiro-ministro.
Na última quinta-feira, o procurador do Tribunal Penal Internacional Luis Moreno-Ocampo pediu à Interpol (a Polícia Internacional) para emitir um “alerta vermelho” sobre Muammar Kadhafi, que é alvo de um mandado de prisão do tribunal.
Na Embaixada da Líbia na Guiné-Bissau, a bandeira do Conselho Nacional de Transição (CNT), coordenado pelos rebeldes, chegou a ser hasteada, mas o governo de Carlos Gomes Júnior mandou que fosse retirada.