O governo decidiu submeter o projeto à confiança do parlamento para acelerar sua aprovação. A adoção do plano foi anteciada devido aos graves ataques dos mercados pela enorme dívida pública da Itália de 1,9 trilhão de euros (cerca de 120% do PIB), as tensões entre o ministro da Economia e Finanças Giulio Tremonti e o chefe de Governo Silvio Berlusconi e um crescimento econômico quase nulo.
O plano de ajuste, que foi retocado e endurecido nos últimos dias, deverá permitir ao país alcançar o déficit zero em 2014. O novo plano antecipa para 2013 as liberalizações, com um programa de privatização de empresas estatais e municipais, introduz o pagamento de uma parte das consultas médicas, congela os salários dos funcionários públicos e recorta os fundos as entidades locais, entre outras medidas.