semana pela Câmara e prolongpu o bloqueio e aumentou o risco de uma paralisação governamental dos Estados Unidos a partir de terça-feira.
Os 54 senadores democratas, que possuem maioria, votaram contra a proposta, que permitia financiar o Estado, mas prejudicava a lei de assistência médica de Barack Obama. Restam menos de 10 horas para ambas as câmaras, cada uma controlada por um partido diferente, entrar em acordo sobre um texto comum e impedir um fechamento parcial dos serviços públicos.
Obama disse que se reunirá com os líderes do Congresso para tentar evitar a paralisia, mas alertou que não negociará sob ameaça. "Já disse. O Congresso tem duas responsabilidades: votar um orçamento e pagar as dívidas. Não só estou aberto a negociações para construir um orçamento a longo prazo, mas desejo ter essa conversa", frisou depois de receber o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.
"A única forma de fazer isso é fazer com que todos nós sentemos para discutir com boa fé", sem a ameaça de um fechamento temporário dos serviços públicos federais", argumentou o presidente. "Também podem adiantar negociações sensatas sob a ameaça de uma moratória", que seria a primeira na história dos EUA, acrescentou.
O Congresso tem até a meia-noite local de prazo legal para aprovar um orçamento. Se não fizer isso, milhares de
funcionários públicos deverão sair de férias forçadas sem remuneração.