Integrante do departamento médico do presídio tentaram reanimá-lo, mas não obtiveram sucesso. Castro foi encaminhado ao Centro Médico Wexner, mas onde foi dado como morto pouco antes das 23h (horário dos Estados Unidos).
De acordo com a CNN, o cunhado de Castro, Juan Alicea, demonstrou insatisfação com o anúncio. Segundo Alicea, a família está indignada porque ficou sabendo da morte através da imprensa. A prima de Ariel Castro, Maria Castro Montes, disse que pensou nas vítimas quando ouviu a notícia. "Eu chorei por diversas razões e pensei imediatamente nelas. Talvez tenha sido melhor assim. Acredito que elas não teriam paz com ele (Castro) vivo", disse.
Dez anos desaparecidas
As três mulheres que Castro sequestrou ficaram desaparecidas por uma década e foram encontradas somente em maio deste ano. Amanda Berry, hoje com 26 anos, foi a que teve uma filha no cativeiro, informou a polícia. A fuga de Berry levou à descoberta das outras duas reféns, Gina DeJesus e Michele Knight. Três irmãos foram detidos pelo crime. Ariel Castro, de 52 anos, Pedro Castro, 54 anos, e Oneil Castro, 50 anos; mas apenas o dono da casa foi considerado responsável pelos crimes.
O pesadelo terminou quando Amanda Berry - sequestrada quando tinha 16 - colocou os braços em um buraco na porta principal e pediu ajuda. Um vizinho viu a moça gritando e tentando sair da casa. "Escutei gritos e vi a garota tentando fugir como uma louca da casa", disse Charles Ramsey à rede de televisão ABC. "Fui até a entrada e ela disse: 'Me ajude a sair, estou aqui há muito tempo", acrescentou.