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Sete guerrilheiros são mortos e três capturados nas eleições regionais da Colômbia

Colombianos foram às urnas para escolher 32 governadores e 1.102 prefeitos, além de 418 deputados

As eleições regionais na Colômbia ocorreram, nesse domingo, em clima de tensão. Sete guerrilheiros das Forças Revolucionárias da Colômbia (Farc) foram mortos em combates por militares do Exército. Os colombianos foram às urnas para escolher 32 governadores e 1.102 prefeitos, além de 418 deputados, 12.063 conselheiros municipais e 4.627 representantes de bairros.

Na tentativa de garantir a ordem e a tranquilidade, aproximadamente 330 mil policiais e soldados foram deslocados em todo o país. O ministro da Defesa, Juan Carlos Pinzón, confirmou que além dos sete mortos, três guerrilheiros foram presos, sendo que um deles ficou ferido. Segundo o ministro, as ações dos guerrilheiros demonstram “uma atitude ofensiva” das Farc em todo o país.

Para o comandante do Exército, general Sérgio Mantilla, os embates foram provocados porque houve informações de que integrantes das Farc “pretendiam desestabilizar” as eleições regionais na Colômbia. "Tivemos a informação que os bandidos queriam desestabilizar as eleições e as tropas neutralizaram o grupo", disse ele.

Uma das queixas da população da Colômbia é o temor causado pelos grupos armados que atuam no país e tentam manter influência na política nacional e regional. Apesar das mortes e prisões, o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, disse que as eleições de ontem foram as “mais tranquilas” dos últimos quatro anos.