Em Mossul, manifestantes e policiais entraram em confronto durante a concentração. No momento que os militares tentavam dispersar o grupo houve violência. Em Bagdá, capital iraquiana, e em outras cidades também houve protestos. Os manifestantes reivindicam o fim da corrupção e mais oportunidades de emprego.
Segundo relatos, as mortes foram provocadas por balas atiradas ao ar, mas que acabaram atingindo os manifestantes, que estavam concentrados na área próxima à sede do governo local de Mossul - a 350 quilômetros de Bagdá.
Na cidade de Hawija, a 60 quilômetros da capital iraquiana, pelo menos dois manifestantes também foram mortos e 20 pessoas ficaram feridas, incluindo sete policiais, em confrontos entre manifestantes e militares.
Nessa quarta-feira, o primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, fez um apelo aos iraquianos e pediu que eles não participassem da manifestação organizada por várias associações, por intermédio do Facebook, para protestar contra a incapacidade do governo. O primeiro ministro acusou os organizadores de serem apoiadores de Saddam Hussein e de “terroristas”.
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