A Organização Mundial da Saúde (OMS) acredita que possam ocorrer novos casos no país, ao mesmo tempo em que persistem os temores sobre uma expansão da doença nos campos de refugiados.
O medo da infecção se espalhou pelos miseráveis assentamentos, onde milhares se aglomeram desde o terremoto de janeiro que devastou a capital haitiana. O tremor deixou mais de 250 mil mortos e forçou 1,3 milhão de haitianos a se refugiar nesses acampamentos improvisados e com péssimas condições sanitárias.