A localidade é um bastião do Boko Haram, que exige a criação de um Estado islâmico no norte da Nigéria. Desde meados de maio, o exército leva adiante uma ofensiva nesta região para tentar esmagar a insurreição. Os atos violentos deste grupo e a repressão das forças de segurança já deixaram mais de 3,6 mil mortos desde 2009, segundo a ONG Human Rights Watch.
Sobem para 142 os mortos em ataque extremista na Nigéria
Chacina em povoado de Borno é atribuída a islamitas do Boko Haram
O balanço de um ataque realizado na terça-feira no nordeste da Nigéria por supostos membros do grupo islamita Boko Haram aumentou para 142 mortos, anunciou neste domingo uma autoridade local. "Descobrimos 55 cadáveres na quarta-feira e 87 na quinta-feira", declarou Abdulaziz Kolomi, da agência de proteção ambiental do Estado de Borno, onde o ataque atribuído ao Boko Haram ocorreu.
A localidade é um bastião do Boko Haram, que exige a criação de um Estado islâmico no norte da Nigéria. Desde meados de maio, o exército leva adiante uma ofensiva nesta região para tentar esmagar a insurreição. Os atos violentos deste grupo e a repressão das forças de segurança já deixaram mais de 3,6 mil mortos desde 2009, segundo a ONG Human Rights Watch.
A localidade é um bastião do Boko Haram, que exige a criação de um Estado islâmico no norte da Nigéria. Desde meados de maio, o exército leva adiante uma ofensiva nesta região para tentar esmagar a insurreição. Os atos violentos deste grupo e a repressão das forças de segurança já deixaram mais de 3,6 mil mortos desde 2009, segundo a ONG Human Rights Watch.