O soldado de 24 anos é acusado de ter transmitido ao site WikiLeaks centenas de milhares de documentos militares americanos sobre a guerra no Iraque e Afeganistão, assim como despachos diplomáticos do Departamento de Estado entre novembro de 2009 e maio de 2010, enquanto estava mobilizado no Iraque. O vazamento de documentos militares levou luz à morte de civis, enquanto os despachos diplomáticos desataram um escândalo ao revelar comentários privados de funcionários de Estado e observações francas de importantes autoridades americanas e mundiais.
O governo americano criticou duramente o vazamento dos documentos do WikiLeaks, afirmando que estes ameaçavam a segurança nacional e as vidas de estrangeiros que trabalham junto a militares americanos ou em suas representações diplomáticas. No entanto, aqueles que apoiam o WikiLeaks consideram que soldado Manning é um prisioneiro político.