O então diretor-gerente do FMI foi detido em maio, acusado de estuprar uma camareira em um hotel de Nova York. Na sexta-feira ele retornou a sua residência em Washington, sem falar com os jornalistas. "O ex-diretor-gerente Dominique Strauss-Kahn indicou que, em uma visita ao Fundo mais tarde hoje, ele gostaria de ter a oportunidade de dizer adeus à equipe", afirma o memorando. "Todos os funcionários que desejarem portanto podem se encontrar com ele esta tarde."
Strauss-Kahn, de 62 anos, renunciou ao comando do FMI após ser preso e acusado em maio. Ele foi substituído pela ex-ministra de Finanças da França, Christine Lagarde. Um juiz estadual de Nova Iorque aprovou o pedido dos promotores para arquivar o caso, após eles dizerem que não poderiam manter as acusações por causa do que consideraram ser mentiras da camareira, o que gerava várias dúvidas no caso. As informações são da Dow Jones.