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Suíça ordena bloquear eventuais ativos de Maduro no país alpino

"Outras pessoas ligadas a ele" também são afetadas pela medida, como sua esposa Cilia Flores, familiares e ex-ministros

O objetivo é "impedir a fuga de capitais", segundo o comunicado
O objetivo é "impedir a fuga de capitais", segundo o comunicado Foto : ZURIMAR CAMPOS / Venezuelan Presidency / AFP

O governo suíço ordenou, nesta segunda-feira, 5, o congelamento imediato de todos os eventuais ativos no país pertencentes ao presidente venezuelano deposto, Nicolás Maduro, com o objetivo de "impedir a fuga de capitais".

"Outras pessoas ligadas a ele" também são afetadas pela medida, como sua esposa Cilia Flores, familiares e ex-ministros, indicou o governo em comunicado ."Nenhum membro do governo venezuelano atualmente em exercício está envolvido", esclareceu o comunicado.

"Caso procedimentos judiciais posteriores revelem que esses fundos são de origem ilícita, a Suíça garantirá que sejam devolvidos em benefício do povo venezuelano", especificou o governo.

A ordem de congelamento de bens entra em vigor "imediatamente" e é válida, até segunda ordem, por um período de quatro anos.

Com essa decisão, o governo afirma que deseja "garantir que quaisquer bens adquiridos ilicitamente não possam sair da Suíça na conjuntura atual".

Esse congelamento complementa as sanções suíças existentes contra a Venezuela, em vigor desde 2018, que incluem medidas de congelamento de bens.

"Os novos congelamentos visam indivíduos que não haviam sido sancionados na Suíça até então", declarou o governo.

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