"É um desastre, um desastre para ambas as partes", disse um funcionário ao jornal. Segundo o The New York Times, deve haver uma reviravolta no caso e o ex-diretor-gerente do FMI pode ser, inclusive, libertado de sua prisão domiciliar diante das novas evidências. O jornal afirma que a polícia descobriu supostos vínculos da vítima, uma guineana de 32 anos, com atividade criminosa, incluindo lavagem de dinheiro e tráfico de drogas.
Várias pessoas fizeram depósitos em dinheiro, que somaram 100 mil dólares, na conta bancária da suposta vítima nos últimos dois anos. Os promotores também teriam conversas gravadas da camareira com indivíduos sobre o pagamento pela acusação de agressão sexual, destaca o jornal.