Um tribunal da cidade de Cotabato, no sul das Filipinas, atribuiu 25 acusações de assassinato ao prefeito Andal Ampautan Jr., suspeito de ser o mandante da chacina que matou 57 pessoas em 23 de novembro. Ampatuan Jr. foi notificado no próprio tribunal, de acordo com o promotor local Edilberto Jamora.
Ao que tudo indica, a chacina foi um acerto de contas entre clãs políticos rivais. 10 membros do clã de Andal Ampatuan Jr., incluindo seu pai, governador da Província de Mindanao desde 2001, também considerados suspeitos, foram colocados sob vigilância, mas não estão detidos.
De acordo com a Polícia e com meios de comunicação locais, o massacre tinha o objetivo de impedir que um rival político anunciasse a candidatura ao governo provincial na eleição prevista para 2010. O governador queria reservar o cargo ao filho.
Suspeito de massacre nas Filipinas recebe 25 acusações
Acerto de contas entre clãs políticos rivais pode ter motivado chacina