Inshaat fica ao lado do centro de protesto de Baba Amr, em Homs, que foi desmobilizado em uma ofensiva de uma semana realizada pelas forças do regime que matou mais de 400 pessoas, dizem os ativistas. Também nesta sexta-feira, duas explosões "terroristas" sacudiram a cidade de Aleppo, deixando um número indeterminado de mortos e feridos entre civis e militares, indicou a televisão estatal.
Banho de sangue
Nessa quinta, o presidente americano, Barack Obama, denunciou o "banho de sangue atroz" que estria ocorrendo na Síria. A declaração foi feita durante um encontro na Casa Branca com o primeiro-ministro italiano, Mario Monti.
"Na Síria, nós dois queremos pôr fim ao banho de sangue atroz que observamos" e que o "governo que agrediu seu povo" seja substituído, declarou Barack Obama à imprensa no Salão Oval ao lado de Monti.
Mais de 80 pessoas foram mortas nesta quinta-feira pelas forças do regime de Bashar al-Assad na cidade síria de Homs. A ONU prevê "um agravamento" do conflito na ausência de um consenso internacional
Barack Obama também lembrou com Mario Monti a queda do regime de Muammar Kadhafi na Líbia. "Não teríamos conseguido na Líbia sem a contribuição extraordinária de nossos parceiros italianos, e nós dois manifestamos o nosso desejo de trabalhar com o governo de transição" na Líbia, disse o presidente americano.