Pela manhã, Paula era furacão da categoria 1 na escala Saffir-Simpson (1 a 5). Habitantes da zona histórica da capital, formada por centenas de prédios - muitos deles com alto grau de deterioração - permanecem reclusos em suas casas e atentos ao avanço da tempestade e sobretudo às chuvas, com medo de deslizamentos.
Algumas partes da capital sofreram cortes de eletricidade e do serviço de gás, além de inundações em diversas ruas. Paula entrou em Cuba como tempestade tropical com ventos máximos de 110 km/h por Puerto Esperanza, na província de Pinar del Río, na parte ocidental de Cuba.
Segundo os prognósticos, Paula deve cruzar Havana e a província de Matanzas durante a noite e a madrugada, em seu percurso até o centro da ilha, onde deve perder intensidade e converter-se em depressão tropical, quando os ventos forem inferiores a 63 km/h.