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"Terroristas fracassados" de Londres eram conhecidos da polícia, diz Trump

"São pessoas doentes e dementes que estavam na mira da Scotland Yard. Temos que ser proativos", completou<br />

  "São pessoas doentes e dementes que estavam na mira da Scotland Yard. Temos que ser proativos", completou
"São pessoas doentes e dementes que estavam na mira da Scotland Yard. Temos que ser proativos", completou Foto : Nicholas Kamm / AFP / CP
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os "terroristas fracassados" por trás do atentado desta sexta-feira no metrô de Londres, que deixou pelo menos 22 pessoas feridas, estavam na "mira da Scotland
Yard".

"Outro ataque em Londres por um terrorista fracassado", tuitou o presidente americano. "São pessoas doentes e dementes que estavam na mira da Scotland Yard. Temos que ser proativos!", completou. Em seguida, ele fez uma advertência sem apresentar detalhes: "Os terroristas fracassados devem ser tratados de uma maneira mais forte. A internet é sua principal ferramenta de recrutamento, que devemos cortar e usar melhor".
Pelo menos 22 pessoas ficaram feridas nesta sexta-feira de manhã, nenhuma delas em estado grave, na explosão de uma bomba caseira no metrô de Londres em plena hora do rush, informaram as autoridades.

Não foi anunciado até o momento se os culpados pelo ataque realmente estavam no radar da polícia britânica. Mas se for verdade, Trump teria então revelado a informação antes da divulgação pelas autoridades britânicas.

"Correto ou não, e tenho certeza que ele não sabe, isto é de muito pouca ajuda por parte do líder de nosso aliado e sócio de inteligência", escreveu no Twitter Nick Timothy, ex-chefe de gabinete da primeira-ministra britânica, Theresa May.

Em maio, as autoridades britânicas ficaram irritadas depois que funcionários do governo americano vazaram à imprensa material compartilhado sobre uma investigação pelo atentado com bomba no show da cantora Ariana Grande, que deixou 22 mortos em Manchester.

Trump também aproveitou o ataque a Londres nesta sexta-feira para defender sua polêmica proibição de viagem a pessoas procedentes de vários países de maioria muçulmana, que é objeto de uma batalha legal nos Estados Unidos, mas que entrou parcialmente em vigor.

"A proibição de viagem aos Estados Unidos deve ser mais ampla, dura e específica, mas estupidamente isto não seria politicamente correto", escreveu em outro tuíte