Jang foi executado após um julgamento militar especial, acusado de cometer crimes “como a tentativa de minar o Estado com todo tipo de intriga e métodos depreciáveis, e uma ambição selvagem por tomar o poder supremo do nosso Partido (Comunista, ou do Trabalho) e do Estado”. O regime acusou Jang de trair a confiança de Kim Jong-Un e a memória de seu pai, Kim Jong-Il – e em particular do primeiro, “por sua juventude”.
No momento de sua detenção, Jang foi acusado de cometer “atos criminosos” e de liderar uma “facção contrarrevolucionária”. Ele foi destituído de cargos e títulos por parte do bureau político do Comitê Central do Partido Comunista norte-coreano.
Jang, que era casado com a irmã do falecido Kim Jong- Il, teve um papel-chave na consolidação da liderança do inexperiente Kim, tornando-se uma espécie de “eminência parda” do regime.