Milley disse que os motivos para o tiroteio ainda são desconhecidos. "Ele tinha depressão e outros problemas psiquiátricos e psicológicos", revelou o general, assinalando que era submetido a testes para determinar se sofria de estresse pós-traumático.
O militar estava lotado em Fort Hood desde fevereiro, era casado e tinha filhos. "A sequência dos acontecimentos não está 100% clara. Acreditamos que entrou em um dos prédios (da base), atirou, entrou em um veículo, atirou novamente, foi a outro prédio e voltou a atirar", relatou Milley.
Arma sem registro na base militar
O general confirmou que a arma usada no ataque foi uma pistola calibre 45 que não estava registrada na base militar - como determina o regulamento - e que foi comprada em uma loja da região. Milley se recusou a revelar a patente do atirador, que pertence a uma unidade de Intendência. "Vamos vasculhar seu passado, se tem um histórico criminal ou psiquiátrico, o qual era sua experiência de combate", explicou o general Milley.
Um comunicado da base militar, que ficou fechada durante horas após o incidente, informou que as pessoas feridas foram levadas para o hospital Carl R. Darnall (de Fort Hood) e para outros locais próximos
De Chicago (norte dos EUA), o presidente americano, Barack Obama, disse que seu governo está acompanhando de perto a evolução dos acontecimentos em Fort Hood. "Quero apenas garantir a todos que chegaremos ao final para saber o que aconteceu", declarou. "Obviamente, isso reabriu a dor do que aconteceu em Fort Hood cinco ano atrás".