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Tiroteio perto de sinagoga deixa vários mortos nos Estados Unidos

Autor dos disparos foi detido pela polícia

CBS informou que sete mortes foram confirmadas e que dois policiais foram baleados
CBS informou que sete mortes foram confirmadas e que dois policiais foram baleados Foto : Jeff Swensen / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / AFP / CP
A imprensa americana informou que várias pessoas morreram neste sábado depois que a polícia da cidade americana de Pittsburgh foi chamada para conter um atirador ativo perto de uma sinagoga. A CBS informou que sete mortes foram confirmadas e que dois policiais foram baleados. A Fox, por sua vez, fala de quatro mortes.

"Há um atirador ativo na área de Wilkins e Shady", disse o departamento de Segurança Pública de Pittsburgh Twitter. A congregação da Árvore da Vida está localizada na área citada pela polícia. Imagens da televisão mostravam uma equipe da SWAT da polícia e ambulâncias na área.

O homem está sob custódia, confirmou a polícia. "O suspeito do tiroteio está sob custódia, temos muitas vítimas dentro da sinagoga, três policiais foram atingidos", disse um porta-voz da polícia à mídia local. A polícia ainda estava revistando o templo. O departamento de Segurança Pública de Pittsburgh, que inclui a polícia, tuitou pedindo aos moradores que ficassem longe da área da sinagoga.

A congregação da Árvore da Vida está localizada na área citada pela polícia, e o incidente ocorreu em pleno sabat judaico. Imagens da televisão mostravam uma equipe da SWAT, da polícia e ambulâncias na área. "Há várias baixas", disse o comandante de polícia Jason Lando, ao Pittsburgh Post-Gazette.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se manifestou há pouco em sua conta no twitter sobre a ação de um atirador em Pittsburgh, que deixou pelo menos quatro mortos e 12 feridos. "Acompanhando os acontecimentos em Pittsburgh, Pennsylvania. Força policial está presente no local. Pessoas na região de Squirrel Hill devem permanecer em casa. Parece que há várias vítimas. Cuidado com atirador ativo", escreveu Trump.