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As três pessoas faziam parte de um grupo de cerca de 90 pacientes internados em um hospital da cidade de Futaba-machi e foram escolhidos aleatoriamente por médicos para serem submetidos a testes após o incidente nuclear, informou a televisão pública NHK.
Os pacientes esperaram os socorristas em uma escola, onde haviam sido transferidos e, em seguida, foram levados em helicóptero. Naquele momento, ocorria a explosão na usina de Fukushima Nº1. O trio, que ainda não tive idade e sexo divulgados, vai passar por uma lavagem especial para se livrar da radiação. Mas o estado de saúde dos pacientes não apresenta nada anormal, relatou a NHK.
A explosão que ocorreu neste sábado na usina Fukushima Nº1 fez com que parte do prédio que comporta o reator número 1 derretesse. No entanto, o governo afirmou que o exterior do reator não foi danificado e pediu que a população local mantivesse a calma. Ainda assim, as autoridades ordenaram a evacuação dos habitantes a um raio de 20 km da usina. O porta-voz do Estado, Yukio Edano, acrescentou que a radiação no local estava controlada.
Rússia
A nuvem radioativa emitida pelo reator nuclear pode atingir a península russa de Kamtchatka em menos de 24 horas, segundo uma dirigente local do serviço de vigilância sanitária, citada pela agência de notícias Ria-Novosti. "Isto pode acontecer devido a direção das massas de ar e a distância entre le Kamtchatka e o Japão", explicou. A península fica a nordeste do Japão e do arquipélago russo de Kuriles. Segundo ela, medições de radioatividade são realizadas de hora em hora em 28 estações de controle russas.