Um dos líderes da greve Faisal Nausha afirmou que os funcionários da empresa pública Misr Spinning and Weaving (Fios e Tecidos), que tem 24 mil trabalhadores em Mahallah, no Delta do Nilo, também querem a demissão dos diretores da fábrica. Os trabalhadores haviam suspendido a greve há três dias.
Preocupado com a crise econômica, o Exército egípcio, que governa o país desde a renúncia do presidente Hosni Mubarak, advertiu na terça-feira que novas greves seriam "desastrosas" para a nação.