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Trump bane investimentos dos EUA em empresas chinesas que podem ajudar exército

Proibição entra em vigor em 11 de janeiro, poucos dias antes do fim do mandato republicano

Proibição entra em vigor em 11 de janeiro, poucos dias antes do fim do mandato republicano
Proibição entra em vigor em 11 de janeiro, poucos dias antes do fim do mandato republicano Foto : Brendan Smialowski / AFP / CP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quinta-feira um decreto que proibirá os americanos de investir em empresas chinesas que possam ajudar o aparato militar e de segurança de Pequim. A ordem executiva diz que o governo chinês obriga as empresas privadas a apoiar essas atividades e, por meio dos mercados de capitais, "explora os investidores dos Estados Unidos para financiar o desenvolvimento e a modernização de suas forças armadas".

A proibição entra em vigor em 11 de janeiro, poucos dias antes do fim da Presidência de Trump, e é a jogada mais recente nas relações cada vez mais tensas entre os EUA e a potência asiática. Investidores têm até 11 de novembro de 2021 para reverter quaisquer participações nas empresas banidas, de acordo com o decreto.

Trump declarou uma emergência nacional dizendo que os investidores americanos estão ajudando a China "a ameaçar diretamente a pátria dos Estados Unidos e suas forças no exterior, incluindo o desenvolvimento e envio de armas de destruição em massa, armas convencionais avançadas e ações cibernéticas maliciosas contra os Estados Unidos e seu povo".

O banimento tem como alvo uma lista de 31 companhias, incluindo empresas de telecomunicações, de construção e aeroespaciais, segundo reportagens da imprensa.