O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (2) que tomou a decisão de lançar uma guerra contra o Irã porque era a última oportunidade para deter o suposto programa nuclear do país. "Esta era a nossa última e melhor chance para atacar, o que estamos fazendo neste exato momento, e eliminar as ameaças intoleráveis representadas por este regime doentio e sinistro", disse Trump na Casa Branca.
Trump alertou que a fase mais devastadora da ofensiva ainda está por vir. "A grande onda nem aconteceu ainda. A grande [onda] está chegando em breve", declarou Trump ao jornalista Jake Tapper, sinalizando que o Pentágono prepara um bombardeio de proporções superiores aos ataques realizados no último fim de semana.
Poderio militar inigualável e ajuda interna
Trump celebrou o desempenho das tropas americanas, classificando a operação como "muito poderosa" e reforçando a confiança no uso da força bruta para neutralizar o regime de Teerã.
Questionado sobre o apoio ao povo iraniano para retomar o controle do país, o presidente confirmou que ações além do assalto militar estão em curso, mas fez um alerta dramático à população civil: "No momento, queremos que todos fiquem do lado de dentro. Não é seguro lá fora".
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Plano de sucessão e retaliação surpresa
Durante os nove minutos de conversa por telefone, o presidente abordou tópicos sensíveis, incluindo o plano de sucessão para o Irã após a degradação do comando atual. Trump admitiu surpresa com a amplitude da retaliação iraniana — que atingiu bases no Golfo e Israel —, mas reiterou que o cronograma dos EUA segue firme.