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Trump e Putin cogitam reunião bilateral na cúpula do G20

Por telefone, presidentes conversaram também sobre Síria e Coreia do Norte

Por telefone, presidentes conversaram também sobre Síria e Coreia do Norte
Por telefone, presidentes conversaram também sobre Síria e Coreia do Norte Foto : Don Emmert, Natalia Kolesnikova / AFP / CP
 Os presidentes dos Estados Unidos e da Rússia, Donald Trump e Vladimir Putin, conversaram nesta terça-feira, por telefone, sobre a possibilidade da criação de "zonas seguras" para que seja obtida uma "paz duradoura" na Síria e sobre como resolver "a situação muito perigosa na Coreia do Norte", segundo a Casa Branca. As informações são da agência EFE.

Os dois presidentes também combinaram de realizar uma reunião pessoal durante a cúpula de líderes do G20 que será realizada nos dias 7 e 8 de julho, na Alemanha, informou o Kremlin. Além disso, a Casa Branca confirmou que o governo Trump enviará um representante à rodada de conversas de paz sobre a Síria que deve começar nesta quarta-feira em Astana, no Cazaquistão.

Em um comunicado, a Casa Branca classificou a conversa como "muito boa" e informou que Trump e Putin "concordaram que o sofrimento na Síria já durou muito tempo e que todas as partes devem fazer todo o possível para pôr fim à violência".

A conversa por telefone de hoje foi o primeiro contato entre os dois governantes desde 3 de abril, quando Trump ligou para Putin para prestar condolências após o atentado terrorista no metrô de São Petersburgo, no qual morreram 14 pessoas.

Trump e Putin aproveitaram também a ligação para dialogar "extensamente" sobre como trabalharem juntos "para erradicar o terrorismo no Oriente Médio", segundo a Casa Branca.

Segundo comunicado da presidência russa, Putin "pediu contenção e a diminuição da tensão "ao presidente americano em relação à situação na península da Coreia, para "que seja iniciado um trabalho conjunto destinado a buscar soluções diplomáticas integrais para o problema", concluiu o Kremlin em alusão à perigosa escalada de tensão entre Washington e Pyongyang.