O presidente Donald Trump ampliou nesta terça-feira (16) a proibição de viagens aos Estados Unidos para cidadãos de mais sete países, incluindo a Síria e portadores de passaportes da Autoridade Palestina.
A Casa Branca afirmou que Trump, que há muito tempo defende a restrição da imigração, age "para proteger a segurança dos Estados Unidos", segundo uma publicação nas redes sociais.
Ele também quer impedir a entrada de estrangeiros nos Estados Unidos que "minem ou desestabilizem sua cultura, seu governo, suas instituições ou seus princípios fundadores", acrescentou.
A medida de Trump ocorre poucos dias depois de dois soldados americanos e um civil morrerem na Síria, país que Trump tentou reabilitar internacionalmente desde a queda do ex-presidente Bashar al Assad.
As autoridades sírias disseram que o autor do ataque era um integrante das forças de segurança que seria destituído por "ideias islamistas extremistas".
- Trump processa BBC em US$ 10 bilhões em caso de difamação
- Lula afirma que UE e Mercosul estão dispostos a fazer acordo, mas surgiu pequeno problema
- Ártico registra seu ano mais quente desde o início das medições
O governo Trump já havia proibido de forma informal as viagens de portadores de passaportes da Autoridade Palestina, em um gesto de solidariedade a Israel diante do reconhecimento de um Estado palestino por outras nações ocidentais, como França e Reino Unido.
Outros países recentemente submetidos à proibição total de viagens para seus cidadãos estão entre os mais pobres da África – Burkina Faso, Mali, Níger, Serra Leoa e Sudão do Sul – além do Laos, no Sudeste Asiático.