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Ucrânia e Rússia aceitam evitar ataques no Mar Negro, diz Casa Branca

Negociações acontecem na Arábia Saudita, mediadas pelos EUA

Conflito na Ucrânia completou três anos em fevereiro
Conflito na Ucrânia completou três anos em fevereiro Foto : Ministério da Defesa Russo / AFP / CP Memória

Rússia e Ucrânia concordaram, separadamente, evitar ataques militares contra navios no Mar Negro, durante as negociações que concluíram nesta terça-feira, 25, na Arábia Saudita, informou a Casa Branca. Segundo o governo dos Estados Unidos, ambos os países concordaram em garantir a segurança da navegação, eliminar o uso da força e prevenir o uso de navios comerciais para fins militares no Mar Negro.

Os Estados Unidos, que atuaram como intermediários nas negociações, comprometeram-se, no que diz respeito à Ucrânia, a "apoiar os esforços para a troca de prisioneiros, a libertação de civis e o retorno das crianças ucranianas deslocadas à força". A Rússia, alvo de inúmeras sanções, pode contar com o apoio da Casa Branca para "restaurar o acesso" ao mercado "mundial de exportações de produtos agrícolas e fertilizantes, reduzir os custos dos seguros marítimos e melhorar o acesso aos portos e aos sistemas de pagamento para estas transações".

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Durante as negociações, os Estados Unidos reiteraram que o presidente Donald Trump deseja imperativamente "acabar com os massacres de ambos os lados do conflito" como um "passo necessário para alcançar uma paz duradoura".

Com este objetivo, propõe-se a continuar "facilitando as negociações entre ambas as partes para alcançar uma solução pacífica", diz um parágrafo idêntico nos dois comunicados transmitidos pela Casa Branca, um para a Rússia e outro para a Ucrânia. A administração americana também expressou sua "gratidão" ao príncipe herdeiro saudita, Mohamed bin Salman.