O EI, que reivindicou em 19 de agosto a execução do jornalista americano James Foley, cumpriu suas ameaças de assassinar Sotloff, alegando o apoio das forças americanas às forças iraquianas e curdas que infligiram derrotas aos jihadistas nos últimos dias.
Por sua vez, o presidente francês, François Hollande, mencionou nesta quarta-feira a possibilidade de uma resposta militar à ameaça representada pelo EI, que ocupa extensas áreas na Síria e no Iraque. Hollande "ressaltou a importância de uma resposta política, humanitária e, se necessário, militar, em conformidade com o direito
internacional" para lutar contra o EI, declarou a presidência resumindo em um comunicado uma reunião restrita da Defesa. "A França espera continuar uma cooperação estreita com seus parceiros para que esta resposta seja coordenada em todos os âmbitos e esteja à altura da ameaça global" representada pelo grupo, acrescenta o texto.