As sanções pretendem, sobretudo, congelar os depósitos do Banco Central sírio e a maioria das transações com essa instituição. As medidas também incluem mais sete pessoas na lista de sírios com visto negado na UE. A lista conta agora com 150 nomes.
Homs, a "capital da revolução", se tornou o símbolo da repressão das forças de segurança, que bombardeiam a cidade desde 4 de fevereiro, com um balanço de centenas de mortos. Mais de 7,6 mil pessoas, a maioria civis, morreram desde o início da revolta na Síria em março de 2011, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).
A Europa reiterou em várias ocasiões o pedido de fim da violência na Síria e de renúncia de Assad, ao mesmo tempo que estimulou a resolução de condenação da Síria na Assembleia Geral da ONU, um texto vetado por Rússia e China.