Dlamini-Zuma destacou ainda que a necessidade de materiais não supera a importância da presença de mais pessoas para combater o ebola. "As infraestruturas são bem-vindas, mas estas por si só não vão solucionar o problema. Necessitamos de recursos humanos", destacou.
Guiné, Libéria e Serra Leoa, os países mais afetados, "não têm funcionários de saúde suficientes. Uma parte sucumbiu à doença", disse. Até o momento, a febre hemorrágica provocou 3.439 mortes de um total de 7.478 casos registrados na África ocidental, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).