A UE terá como alvo pela primeira vez o setor das telecomunicações, em particular as empresas que se acredita que dão apoio financeiro ao regime iraniano, disseram fontes diplomáticas. Ao mesmo tempo, todas as transações financeiras entre os bancos europeus e iranianos ficarão proibidas a partir de uma soma "relativamente baixa". Em alguns casos, será necessária uma autorização para pagar transações comerciais até agora autorizadas, como a compra de alimentos ou equipamento médico.
O regime de Mahmud Ahmadinejad enfrenta a crescente pressão internacional por seu programa nuclear, que, segundo as potências ocidentais, busca se dotar de uma bomba atômica, o que Teerã nega.