Catherine recomendou que o ideal é buscar um acordo “pela via da diplomacia e política” para o fim do impasse. A reação dela ocorre no momento em que os Estados Unidos tentam obter apoio da comunidade internacional para promover a intervenção militar na Síria. "É preciso travar essa matança horrível", disse ela.
A alta representante coordena nesta sexta uma reunião com os chanceleres da União Europeia (que engloba 28 países), em Vilnius, capital da Lituânia. A reunião só termina amanhã. Ashton reconheceu que sua recomendação de todos “se sentarem à mesa” em busca de um acordo não é fácil.
"A questão da Síria vai ser destaque no debate que teremos hoje, vamos certamente poder refletir sobre algumas das ideias que surgirem durante a reunião do G20 (grupo que reúne as 20 maiores economias mundiais, cuja cúpula ocorre na Rússia)”, disse Ashton. Por enquanto, entre os europeus, apenas a França e o Reino Unidos manifestaram apoio aos Estados Unidos na intervenção militar.