A organização citou religiosos da Argentina, Austrália, Canadá, Estados Unidos, Gana, Honduras, Itália, México e República Tcheca, acusados de proteger os padres pedófilos ou por terem feito declarações defendendo os padres ou minimizando a situação. Todos eles são considerados candidatos para suceder Papa Bento XVI, muito criticado pela forma como conduziu os escândalos.
A Snap também se opõe à eleição de qualquer membro da Cúria romana, a administração da Santa Sé. "Acreditamos que ninguém de dentro do Vaticano tem verdadeira vontade de 'limpar a casa'", indicou Clohessy em um comunicado. "Promover um membro da Cúria desencorajaria as vítimas, as testemunhas, os denunciantes e seus defensores a relatar más condutas".