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"Não era nem um técnico nem um empresário. Também não era um design, nem um matemático. Pirata ou pioneiro? A última palavra terá a História. Por ora, o que resta são suas geniais criações", concluiu o jornal.
O diretor da revista dos jesuítas italianos "Civilta' Cattolica", padre Antonio Spadaro, também recordou o célebre empresário, "que permitiu a entrada da tecnologia em nossa vida diária". "A maior contribuição que Steve Jobs nos deixou é a de sentir a tecnologia como algo que faz parte da vida de todos os dias. Deixou de ser um assunto apenas para técnicos", comentou a emissora do Vaticano, a Rádio Vaticano.
A Apple informou a morte de Jobs, aos 56 anos, inicialmente apenas com uma foto e os anos de nascimento e falecimento do gênio da tecnologia. Depois, a imagem virou um link com uma nota oficial de despedida. O visionário lutava contra um câncer de pâncreas raro. Em 24 de agosto, ele havia renunciado ao cargo de executivo-chefe (CEO) da gigante da tecnologia por não conseguir mais cumprir com suas funções diárias.
De acordo com nota oficial da família, Jobs morreu "tranquilamente" ao lado de seus familiares. Nascido em 24 de fevereiro de 1955 em São Francisco (EUA), e criado por pais adotivos, Steve Paul Jobs chegou à fama e ao sucesso empresarial em 1984 quando ajudou a criar e lançar o Macintosh.