A Congregação para a Doutrina da Fé, o órgão do Vaticano responsável pela investigação, afirmou que "a missa em questão não pode ser considerada uma celebração pública". No entanto, a Congregação "determinou que o presbítero Karadima fosse punido com uma advertência canônica por tentar frustradamente contactar membros da ex-União Sacerdotal", afirmou um comunicado do arcebispado de Santiago.
Segundo a Igreja chilena, a punição foi comunicada a Karadima, "lembrando-o severamente sobre o que foi estabelecido de maneira rígida no decreto de sua condenação". O caso de Karadima abalou a Igreja chilena, que pediu perdão em abril de 2011 pelas acusações de pedofilia contra vinte sacerdotes, cinco deles condenados pela justiça local.
Karadima depôs em abril de 2013 diante de um juiz e negou ter cometido os abusos, no âmbito da investigação que a
Procuradoria realiza desde março de 2011, quando o caso foi reaberto pela existência de litígios pendentes.