A pena prevista para este tipo de crime é a de prisão perpétua, a punição máxima da legislação argentina.
Soria, um aliado da presidente Cristina Kirchner, morreu no dia 1º de janeiro depois de ser atingido por um tiro no rosto durante uma discussão com sua esposa na residência do casal na cidade de General Roca (em Río Negro), depois das comemorações do Ano Novo. O magistrado estabeleceu que a mulher permaneça internada na ala de saúde mental de um hospital da cidade de Cipolletti (em Río Negro), com custódia permanente, até que seja realizado o julgamento oral e público -ainda sem data- no qual será a única acusada.
Soria, que havia assumido o cargo em 10 de dezembro, no dia em que Kirchner iniciou seu segundo mandato consecutivo, foi chefe dos serviços de inteligência durante o governo de Eduardo Duhalde (2002-2003).