"A melhor forma de enfrentar Chávez, segundo o ponto de vista de Uribe, continua sendo a ação, incluindo o uso da força militar", afirma uma nota da embaixada norte-americana em Bogotá com data de 17 de janeiro de 2008. O documento reporta um encontro entre o então presidente colombiano e o comandante do Estado-Maior conjunto dos Estados Unidos, Michael Mullen.
Uribe considerava que Chávez tinha um plano expansionista na região, em um prazo de cinco a sete anos, e acreditava que o venezuelano planejava usar as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) como sua própria milícia na Colômbia. Na conversa, Uribe destacou também que estava disposto a enviar forças colombianas à Venezuela para que prendessem neste país líderes das Farc.
Além disso, manifestou preocupação com a possibilidade de Chávez reconhecer as guerrilhas das Farc e do Exército de Libertação Nacional (ELN) como "forças beligerantes" e insistiu que deveriam permanecer nas listas de organizações terroristas.