"A ideia é unir as inteligências do motorista e do veículo, de tal forma que não haja conflito entre elas. Isso leva a um ambiente automobilístico mais seguro", explicou Jose del Millan, professor da universidade tecnológica suíça EPFL, que chefia o projeto.
O funcionamento do sistema é baseado na "medida da atividade cerebral, nos padrões de movimento dos olhos e no escaneamento do ambiente ao redor do carro, em conjunção com os sensores do veículo", para prever o próximo movimento do motorista. Segundo a EPFL, a pesquisa irá levar quatro anos, e, ao fim desse período, a universidade espera ter um protótipo disponível.