A Justiça do Rio Grande do Sul aceitou o pedido de prisão preventiva do zelador de 55 anos, suspeito pela morte da telefonista Juraci Antônia Rabello, de 57 anos, na noite de segunda-feira, no Centro da Capital. Com a decisão judicial, o homem, que também feriu a filha da vítima, passa a ser considerado foragido. Juraci teve o corpo sepultado nessa manhã, no Cemitério João XXIII. Já a filha, Gabriela, recebeu alta do Hospital de Pronto Socorro.
O assassinato ocorreu em um prédio na rua Duque de Caxias. A suspeita inicial é de crime passional, já que o suspeito e Juraci haviam terminado um relacionamento de cerca de um ano. Ela tentou buscar ajuda nos apartamentos do edifício, arrastando-se pelas escadas até o sétimo andar, onde foi encontrada sem vida. Conforme a delegada Jeiselaure Souza, o síndico disse que recebeu uma ligação do zelador antes do crime, preocupado em ser demitido por um eventual conflito.
A delegada frisou que o zelador chegou a comentar a possibilidade de uma briga com o síndico do prédio. O síndico disse que recebeu uma ligação do zelador antes do crime, preocupado em ser demitido por um eventual conflito. O responsável pelo condomínio tentou, então acalmá-lo. Às 21h desta terça, contudo, ele apareceu no mercado onde o síndico trabalha, ensanguentado e falando que queria se entregar à polícia. Em seguida, porém, fugiu.
Aceito pedido de prisão preventiva do suspeito de assassinato no Centro
Vítima morta a facadas foi sepultada nesta quinta-feira, em Porto Alegre