Em 2007, ele já havia sido condenado por esse homicídio a uma pena de 32 anos, 2 meses e 15 dias de reclusão, mas o julgamento foi anulado pelo Tribunal de Justiça do Estado. O advogado Inácio Diehl Borges Guerreiro alegou cerceamento de defesa. Apesar do laudo da perícia apontar a presença de sêmen do acusado nas roupas da vítima, Adriano da Silva nega ter matado o menino.
Nesta terça, a sessão do Júri, presidida pelo juiz Márcio César Monteiro, tem início programado para as 9h. Na acusação vai atuar o promotor público Diego Mendes de Lima e na assistência de acusação, o advogado Jabs Paim Bandeira. Adriano será defendido pelo advogado Inácio Diehl Borges Guerreiro.
Adriano assumiu morte de 12 meninos
Ao ser preso em janeiro de 2004, Adriano da Silva assumiu a autoria de 12 mortes de meninos na região Norte do Estado, ocorridas entre os anos de 2002 e 2004, mas foi denunciado pelo assassinato de oito deles. Ele já foi julgado por dos sete dos crimes com as penas somadas chegando 195 anos. Além disso, Adriano da Silva tem uma condenação de 27 anos de reclusão por um latrocínio, ocorrido no Paraná. Atualmente, ele está recolhido a Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas.