Enquanto a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) era acionada, testemunhas que passavam pelo local teriam escondido a chave do veículo ao perceber que o advogado apresentava sinais de embriaguez. Dois testes de bafômetro foram realizados. O primeiro acusou a presença de 0,54 mg de álcool por litro de ar expelido, acima dos 0,3 mg permitido. A contraprova marcou 0,50 mg.
O advogado ainda teria tentado subornar um policial e foi encaminhado à Delegacia de Trânsito de Porto Alegre. Após pagar fiança, o homem foi liberado.