Os supostos executores, que foram indiciados pela Polícia Civil e também denunciados pelo MP, seriam integrantes de uma quadrilha de roubo de carros com atuação na Região Metropolitana. São eles: Eliseu Pompeu Gomes, Jocemar Takeuschi Navarro, Fernando Treib Krol, Robinson Teixeira dos Santos e Marcelo Dias Souza. Todos estão presos, apesar de diversos pedidos de habeas corpus. Na alegação de Ricardo Cunha Martins, os promotores não conseguiram provar a ligação entre Jorge Renato Hordoff de Mello e os acusados de matarem o secretário.
“Não há provas de que os supostos mandantes e os executores se conheciam. Houve até uma escuta telefônica, que não registrou absolutamente nada”, argumenta o advogado. Na audiência ocorrida entre os dias 1º e 2 de outubro, os advogados solicitaram a anulação do processo justamente por acreditarem se tratar de uma morte decorrida da tentativa de roubar o carro de Santos, enquanto ele saída de um culto religioso, em 26 de fevereiro. A juíza Elaine Canto da Fonseca negou o pedido, que foi refeito nesta segunda-feira, desta vez para o Tribunal de Justiça do Estado.